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Empresa de Braga dá férias na Jamaica aos trabalhadores

23 jun 2017| 13h42 |Fonte: Jornal de Negócios
Depois de Punta Cana em 2014, Cuba em 2015 e México em 2016, metade dos trabalhadores da BC Segurança aceitou o convite da empresa para desfrutarem, neste mês de Junho, de nove dias de férias na Jamaica. Com tudo pago pelo patrão. Quem preferiu ficar em terra teve direito a receber um salário extra.
 
"Pelo quarto ano consecutivo, a BC Segurança, do Grupo Bernardo da Costa, alcança os objectivos anuais e premeia toda a equipa pelo seu trabalho, empenho e dedicação, oferecendo uma viagem à Jamaica", sintetiza a empresa, em comunicado.
 
No ano em que a empresa comemora 60 anos de vida, foram 17 os trabalhadores que passaram férias naquele destino tropical à conta da família Costa.
 
"Para nós é muito importante manter uma equipa coesa e motivada. E na BC lutamos por este objectivo todos os dias. A administração reconhece que o sucesso empresarial é fruto do mérito e dedicação de todos os colaboradores e entende que toda a equipa deve ser premiada. Por isso existe um prémio global extensível a todos os colaborares que, directa ou indirectamente, trabalham para o atingir", afirma Susana Barros, directora de Marketing e Comunicação do Grupo Bernardo da Costa
 
Susana Barros é também responsável pelo Departamento da Felicidade da empresa, que tem criado uma série de benefícios para os seus trabalhadores. Além das férias num destino internacional, o efectivo da BC Segurança pode usufruir de um mini-spa na empresa, com direito a massagens, manicura, pedicura ou depilações, duas vezes por semana, e ainda sala de diversões, roupa lavada, jantar para levar para casa a preços reduzidos, seguro de vida e de saúde, folga no dia de aniversário, prémios mensais e anuais.
 
Liderada por Ricardo Costa, neto do fundador do grupo, a Bernardo da Costa começou por dedicar-se ao negócio de instalações eléctricas de apoio à construção civil, tendo vindo a diversificar o seu leque de actuação, distribuindo também equipamentos nas áreas da intrusão, incêndio, controlo de acessos e domótica, entre outros.
 
O grupo bracarense factura cerca de 25 milhões de euros, dos quais 40% são gerados pelos mercados externos.