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20 June 2013 10h01

Aveiro tem a melhor universidade "jovem" portuguesa

A Universidade de Aveiro foi eleita a melhor universidade portuguesa com menos de 50 anos. O ranking “100 under 50”, publicado pela revista inglesa “Times Higher Education”, coloca a universidade aveirense no 66º lugar entre 100 concorrentes, com uma pontuação de 36,3. Para elaborar o ranking são considerados cinco indicadores. Aveiro pontua melhor nas citações dos seus artigos, e pior na componente de ensino.
 
A Universidade do Minho arrebata o segundo lugar nacional e o 76º a nível mundial, com uma nota de 34,1, para a qual contribuíram principalmente as citações dos artigos produzidos pelos seus investigadores, o que comprova a qualidade da investigação que é praticada na instituição liderada por António Cunha.
 
A Universidade Nova de Lisboa encerra o pódio luso, arrebatando o 92º lugar, com 30,2 pontos. O indicador em que esta universidade melhor pontua é no panorama internacional, que considera as nacionalidades dos alunos e docentes que a frequentam.
 
Este ranking é publicado desde o ano passado e, face a 2012, só a Universidade do Minho é que se estreia na tabela – e logo com entrada directa para o 76º lugar. A Universidade de Aveiro manteve o 66º lugar de 2012, mas melhorou a pontuação (tinha obtido 29,8 pontos). Já a Nova caiu alguns lugares – no ano passado obteve o 85º lugar, com 24,6 pontos, apesar de também ter melhorado a sua pontuação.
 
Duas coreanas e uma suíça no pódio
 
A lista de 2013 é liderada, tal como no ano passado, por uma universidade coreana – de Pohang – e por uma suíça, a Escola Técnica Federal de Lausanne, que estão no primeiro e segundo lugares, respectivamente. Este ano, a Coreia conseguiu incluir outra universidade na terceira posição, o Instituto Avançado de Ciência e Investigação, que empurrou a Universidade de Ciência e Tecnologia de Hong Kong para o quarto lugar.
 
O ranking das universidades mais jovens tem como objectivo, lê-se no site oficial, permitir antecipar o futuro, evidenciando as instituições académicas com maior potencial de crescimento e não aquelas que têm histórias e tradições seculares.