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25 February 2024 12h49

Campanha: Montenegro vai pedir apoio aos portugueses para "um governo novo"

O líder da Aliança Democrática (AD) arrancou a campanha no distrito de Bragança, assegurando numa arruada em Mirandela que lutará "até ao último segundo" para assegurar a "governabilidade" e dar um "governo novo" aos portugueses.

Luís Montenegro, que batalha naquele distrito para recuperar o deputado perdido nas últimas legislativas, afiançou aos jornalistas que está "convicto" de que a mensagem da AD está a passar, ainda que não se deixe "levar pelas boas sondagens".

"Estou convicto que as pessoas estão a compreender a nossa mensagem e vamos até ao fim lutar por todo país, por um maior apoio que nos vai dar condições de governabilidade e a estabilidade que as pessoas querem", disse Montenegro em declarações transmitidas pela RTP enquanto percorria o centro de Mirandela.

Definindo-se como "um homem da rua, que gosta de estar com as pessoas", o também presidente do PSD recordou ter ido "a todos os concelhos" do país nos últimos meses. E assumiu que vai "fazer um esforço para estar com o maior número de portugueses, olhos nos olhos, para lhes pedir apoio, confiança, e para lhes dar um  governo novo".

Nas legislativas de 2022, votaram 66 mil pessoas no distrito de Bragança e os socialistas venceram naquele círculo eleitoral, roubando um mandato ao PSD.

Após a arruada, o líder da AD rumou ao distrito do Porto, o mesmo onde o secretário-geral socialista iniciou a campanha, para participar num almoço no concelho da Maia.

No sábado à noite, num comício em Lamego, distrito de Viseu, Luís Montenegro acusou o secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos, de "ter depauperado o interesse público" como ministro e responsabilizou-o por uma indemnização de 16 milhões de euros do Estado aos CTT.

Num comício da Aliança Democrática (AD) no Teatro Ribeiro Conceição, Montenegro voltou a afirmar que o atual Governo do PS caiu porque "criou instabilidade dentro de si" e apontou Pedro Nuno Santos como o ministro que se destacou entre "todas as demissões" e "todas as trapalhadas".