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28 May 2013
12h06
Source:
Jornal de Negócios
Recursos dos clientes já representam mais de 50% dos activos dos bancos
Em 2012, “continuou a observar-se um aumento da importância dos recursos de clientes”, com estes a representarem já mais de 50% do total dos activos da banca, de acordo com o relatório de Estabilidade Financeira, divulgado esta terça-feira pelo Banco de Portugal.
Esta realidade assume maior relevância para os bancos nacionais, cujos recursos dos clientes representam 56% do total dos activos, enquanto os bancos estrangeiros a operar em Portugal têm 32%.
Ainda assim, realça o Banco de Portugal, houve, como era esperado, um “abrandamento do crescimento dos depósitos de particulares” face aos dois anos anteriores. Este abrandamento estará também relacionado com as regras impostas pelo Banco de Portugal sobre as taxas de juro praticadas nos depósitos, que travou a guerra que começa a haver na banca para atrair mais poupanças das famílias.
“Neste contexto, registou-se um fluxo significativo de aplicações em títulos de dívida por parte dos particulares”, adianta a mesma fonte. Em 2012, foram várias as empresas que emitiram dívida para o segmento de retalho. E as emissões tiveram uma procura assinalável, com os juros destes produtos a serem superiores às remunerações dos depósitos.
Em relação a 2013, o relatório aponta para que se assista a “alguma aceleração dos depósitos de particulares”, ainda que saliente alguns aspectos que deverão influenciar a evolução da poupança das famílias. “O perfil de evolução intra-anual dos depósitos deverá este ano ser afectado pelas alterações introduzidas ao nível dos pagamentos dos subsídios de férias e de Natal, o que tenderá a alterar os usuais padrões de sazonalidade.”
Esta realidade assume maior relevância para os bancos nacionais, cujos recursos dos clientes representam 56% do total dos activos, enquanto os bancos estrangeiros a operar em Portugal têm 32%.
Ainda assim, realça o Banco de Portugal, houve, como era esperado, um “abrandamento do crescimento dos depósitos de particulares” face aos dois anos anteriores. Este abrandamento estará também relacionado com as regras impostas pelo Banco de Portugal sobre as taxas de juro praticadas nos depósitos, que travou a guerra que começa a haver na banca para atrair mais poupanças das famílias.
“Neste contexto, registou-se um fluxo significativo de aplicações em títulos de dívida por parte dos particulares”, adianta a mesma fonte. Em 2012, foram várias as empresas que emitiram dívida para o segmento de retalho. E as emissões tiveram uma procura assinalável, com os juros destes produtos a serem superiores às remunerações dos depósitos.
Em relação a 2013, o relatório aponta para que se assista a “alguma aceleração dos depósitos de particulares”, ainda que saliente alguns aspectos que deverão influenciar a evolução da poupança das famílias. “O perfil de evolução intra-anual dos depósitos deverá este ano ser afectado pelas alterações introduzidas ao nível dos pagamentos dos subsídios de férias e de Natal, o que tenderá a alterar os usuais padrões de sazonalidade.”