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03 maio 2013 23h01

Dow Jones atinge os 15.00 pontos pela primeira vez e S&P 500 fecha em nível recorde

As bolsas dos Estados Unidos estiveram todo o dia a negociar em forte alta, com destaque para o Standard & Poor’s 500 e o Dow Jones, que marcaram novos máximos históricos.
 
Os dados do emprego em Abril foram animadores, com o Departamento norte-americano do Trabalho a anunciar que as contratações aumentaram mais do que o previsto.
 
Além disso, a taxa de desemprego desceu para um mínimo de quatro anos, ao fixar-se nos 7,5%, o que também contribuiu para o sentimento optimista dos investidores.
 
O índice industrial Dow Jones encerrou a ganhar 0,96% para 14.973,96 pontos, tendo durante a sessão chegado a marcar o nível mais alto de sempre, nos 15.009,59 pontos. O índice nunca tinha atingido o patamar dos 15.000 pontos e chegou mesmo a superá-lo, apesar de ter fechado ligeiramente abaixo.
 
Também o S&P 500 estabeleceu novos máximos históricos sucessivos. O recorde anterior, atingido ontem, era de 1.598,60 pontos e o mercado aguardava com grande expectativa que o índice superasse pela primeira vez na sua história o patamar dos 1.600 pontos, o que aconteceu na abertura, quando se fixou nos 1.605,82 pontos. Durante a sessão chegou a um máximo de 1.618,46 pontos, tendo depois fechado a subir 1,05% para 1.614,42 pontos – naquele que foi o valor de fecho mais a Norte alguma vez registado.
 
O índice tecnológico Nasdaq acompanhou este movimento de ganhos, terminando a avançar 1,14% para 3.378,63 pontos.
 
As categorias dos títulos das matérias-primas, industriais, de consumo, tecnológicos e financeiros subiram pelo menos 1%, liderando os ganhos entre os 10 principais grupos representados no Standard & Poor’s 500.
 
A Caterpillar, a Alcoa e a 3M subiram mais de 1,5%, tendo registado as maiores valorizações do Dow Jones.
 
A Kraft Foods valorizou 5,1%, depois de ter reportado lucros do primeiro trimestre que ficaram acima das expectativas.
 
A seguradora AIG também ganhou terreno, a somar 5,7%, impulsionada pelos lucros operacionais, que superaram as projecções.
 
Do lado das quedas, destaque para a LinkedIn, que afundou 13% depois de prever vendas para o segundo trimestre que ficam aquém das estimativas dos analistas.