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08 julho 2013 22h46

Franquelim Alves: "Estamos a trabalhar como é normal. País tem que continuar a ser governado"

Numa semana em que se deve conhecer o novo ocupante, entre outros, do Ministério da Economia, o actual titular da pasta arrancou na segunda-feira com a aprovação, por portaria, de um novo sistema de incentivos à modernização do comércio, no valor de 25 milhões de euros. A que se somará, logo que esteja fechada a negociação com a banca comercial, uma nova linha de crédito no valor de 45 milhões de euros, avançou esta segunda-feira Franquelim Alves.
 
O secretário de Estado do Empreededorismo, Competitividade e Inovação, garantiu ao Negócios: “é um processo que tínhamos em curso já há algum tempo – temos preparado um conjunto de medidas nestas áreas” e vêm “na sequência normal de todo o pacote de apoio financeiro que nós desenvolvemos e concebemos para todos os sectores da actividade comercial”.
 
“Estamos a trabalhar como é normal”, defendeu, acrescentando: “o País tem que continuar a ser governado. Nós temos que cumprir a nossa obrigação, independentemente do que seja a trajectória de cada um no processo”.
 
Estratégia de crescimento não é só para 4 anos
 
“Se se for ao programa de estratégia de crescimento e emprego [e fomento industrial, conhecido em Abril passado] está claramente determinado as datas em que nós anunciaremos essas medidas. Estas [de apoio de 70 milhões de euros ao comércio] estão claramente na data do anúncio, mais dia menos e dia”, recordou.
 
“A estratégia de crescimento e emprego foi aprovada em Conselho de Ministros”, relembrou. “É hoje programa do Governo e como tal é um programa que o Governo irá continuar a seguir, assegurou. “É um programa que pretende recolher um consenso muito para além da própria esfera do arco governamental – tem instrumentos impactantes de natureza estrutural que devem ir muito para além da própria legislatura. Só terão eficácia se forem compreendido e aceites nessa dimensão intemporal”, concluiu
 
Já quando sobre se irá ou não permanecer nas funções actuais, Franquelim Alves recusou fazer comentários.