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18 janeiro 2023 12h00

6 dicas para lidar com a inflação

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Descubra como evitar a perda de poder de compra e proteger o seu património da inflação com estas 6 dicas.

 

A inflação é como uma mão invisível que tira poder de compra e que fragiliza os investimentos. Agora que se registam subidas históricas na casa dos dois dígitos, é mais difícil garantir rentabilidades reais positivas. Descubra como lidar com a inflação e proteger o seu património com estas 6 dicas práticas.

 

 

6 dicas para proteger o seu património da inflação

 

Num contexto de grande volatilidade como o atual, o principal objetivo é garantir que o retorno que obtém da sua carteira de investimento seja superior à taxa de inflação. Passamos a descrever formas de o fazer. 

  

1. Vá além dos depósitos a prazo

 

Para que as suas poupanças se possam multiplicar, devem ser investidas e não apenas guardadas. Os depósitos a prazo, apesar de muito populares nas famílias portuguesas, apenas preservam o património e não o valorizam. Durante a maior parte de 2022, a taxa média dos depósitos a prazo não chegava a 0,1%. Ora a inflação no final do ano era praticamente 100 vezes esse valor, o que se traduz numa desvalorização real do património.

 

Assim, nesta altura de grande inflação, as aplicações em depósitos a prazo, nomeadamente através da oferta do Banco Carregosa com taxas bastante competitivas face à generalidade da oferta dos Bancos, devem ser complementadas com uma estratégia de valorização do património, para evitar a erosão do rendimento por via da inflação elevada. 

 

2. Defina o seu perfil de risco

 

Esta é a altura para definir o seu perfil de risco. Antes de tomar decisões de investimento em tempos de inflação, é importante determinar qual a sua tolerância ao risco para escolher melhor o tipo de produtos financeiros onde investir. A diversidade de investimentos é ampla e díspar quanto à complexidade, rentabilidade e risco.

 

Se tiver um perfil conservador, com pouca tolerância aos riscos de capital e de liquidez, os investimentos com capital garantido e com menor rentabilidade poderão ser os mais adequados. Se estiver disposto a assumir mais riscos, poderá considerar investimentos com maior perspetiva de rentabilidade e com um horizonte temporal mais longo. Esta perspetiva deverá guiar as decisões de investimento subsequentes.

 

3. Invista nos setores que reagem melhor à inflação

 

Existem setores que, geralmente, reagem melhor ao aumento da taxa de inflação, na medida em que atuam em áreas consideradas essenciais. Por exemplo, as empresas no setor da alimentação ou de energia são menos afetadas. 

 

O mesmo acontece também em Saúde. Este setor está a crescer significativamente mais rápido do que a economia global em geral. No entanto, o setor de saúde é amplo e incorpora empresas biotécnicas, empresas de dispositivos médicos, seguradoras e fornecedores de serviços de saúde, que podem oferecer uma boa proteção contra a inflação. 

 

Também o Imobiliário oferece uma fonte de rendimento nestes contextos, e com várias formas de investimento. É possível comprar uma propriedade diretamente, o que envolve um custo elevado, ou investir num fundo de investimento imobiliário, ou REITs/SOCIMI/SIGI. Os REITs são empresas que possuem e gerem imóveis que produzem rendas. São negociados publicamente e estão disponíveis no mercado de ações. Têm um excelente histórico de resistência à pressão inflacionista e entre 1973 e 2020 superaram a inflação em mais de 60%.

 

4. Atenção ao histórico do investimento

 

Para que os seus investimentos se mantenham protegidos da inflação, é importante olhar com atenção para as taxas de retorno obtidas nos últimos anos. Ainda que o passado não seja garantia de rentabilidade futura, se as taxas comunicadas se situarem acima da taxa de inflação, há maior probabilidade de o seu património ficar protegido.

 

Assim, opte por produtos financeiros com taxas de juros superiores à taxa de inflação, pois só assim estará verdadeiramente a rentabilizar as suas poupanças e não apenas a preservar o poder de compra. Obrigações, Ações, ETFs e Fundos de Investimento podem ser opções mais atrativas. 

 

5. Diversifique os investimentos

 

Diversificar o investimento é sempre importante mas quando a inflação sobe torna-se ainda mais crítico. Diversificar o investimento é uma forma de atenuar o risco, uma vez que uma possível menos-valia num ativo pode ser facilmente diluída num saldo positivo geral. 

 

Assim, se distribuir o seu património em vários tipos de ativos não relacionados entre si, obterá uma carteira de investimentos mais equilibrada, estável e com maior potencial de rendibilidade total. Por isso, exponha o seu capital a diferentes classes de ativos, setores de atividade, geografias e prazos. 

 

6. Invista a longo prazo para amortecer a inflação 

 

Saber esperar é uma virtude e, no mundo dos investimentos, mais ainda. As maiores rentabilidades estão associadas a prazos mais longos, uma vez que este tipo de investimentos permite que o seu património cresça de forma contínua e equilibrada ao longo do tempo. 

 

Assim, quanto maior for o período de investimento, maior poderá ser o rendimento que pode obter, já que conseguirá reduzir o impacto de eventuais quedas das cotações. É, por isso, uma forma de atenuar os efeitos da inflação.

 


Banco Carregosa, a proteger o seu património desde 1833

 

Ao investir nesta fase, é especialmente importante contar com o apoio de especialistas para o orientar nos seus investimentos. É fundamental contar com um apoio profissional e personalizado, de forma a gerir cautelosamente as exposições e minimizar o risco. O Banco Carregosa já assistiu a várias crises financeiras desde a sua fundação, pelo que a nossa equipa está preparada para enfrentar com prudência e resiliência os tempos mais desafiantes. Entre em contacto connosco e beneficie de um acompanhamento personalizado e experiente para lidar com a inflação.