Direção de Investimentos

Desde 1833 gerimos o património de quem, ao longo das gerações, deposita a sua confiança em nós.

Fotografia representativa da Direção de Investimentos do Banco Carregosa, composta por sete membros da equipa: Tiago Gaspar, Mário Carvalho, Miguel Ferraz, Filipe Silva, Paulo Monteiro Rosa e Pedro Baldaia.

A Casa Carregosa nasceu no ano de 1833.

 

Desde então, o Mundo testemunhou notáveis evoluções e sofreu vários momentos conturbados: guerras, catástrofes ambientais, múltiplas crises económicas e financeiras e mais recentemente uma pandemia e uma guerra que deixarão marcas para as próximas gerações.  

 

Ao longo destes quase dois séculos, a Instituição revelou-se sempre resiliente e capaz, e soube adaptar-se aos diferentes tempos com mestria, transmitindo o seu legado de confiança.  

 

Assim, o Banco Carregosa pode agora, orgulhosamente, comemorar 190 anos da sua história.

Uma abordagem de Investimento orientada ao futuro há 190 anos.

Há mais de 190 anos que orientamos a nossa abordagem e filosofia de investimento para o futuro. Orgulhamo-nos de ser uma instituição sólida, com rácios de solvabilidade acima da média do setor. Em particular, a média do rácio Common Equity Tier 1* nos últimos 5 anos foi cerca de 19%.

Equipa reunida a debater, simbolizando o know-how especializado e a análise cuidadosa que sustentam a performance de longo prazo do Banco Carregosa.

Desde sempre tendo por base o know-how especializado.

As fundações para uma performance acima da média no longo prazo residem na insistência em preservar o capital, na recusa em perseguir a maximização do retorno via maximização do risco, na exploração de oportunidades em mercados mais ineficientes e na ênfase duma análise cuidadosa.

Modelo Colegial no posicionamento dos Investimentos.

O propósito do Comité de Investimento é orientar de forma concertada os vários stakeholders. É compostos pelos elementos mais experientes nas áreas de investimentos do banco, que identificam e discutem as grandes tendências económicas, sociais, tecnológicas, políticas, monetárias e fiscais, passíveis de moldar as decisões de investimento num horizonte temporal de médio e longo prazo.

Dr. Mário Carvalho Fernandes, Administrador do Banco Carregosa,  representando as áreas de investimento.

Gestão de risco permanente

Há determinados riscos que sabemos existirem mas que são difíceis de estimar; há outros que, pela sua natureza, são impossíveis de antever e considerar. A gestão do risco é essencial, pelo que a concentração de exposição a uma convicção deve ser controlada.

Sem perder o foco no ciclo económico

O mais importante não é prever o futuro, mas ver o presente com clareza. Saber onde estamos no ciclo económico permite-nos ser oportunísticos e captar ineficiências (ruído) de curto e médio prazo. É fundamental distinguir pequenos percalços da economia numa fase de expansão de uma eventual reversão do ciclo.

Um processo estruturado com etapas claras

O nosso processo de seleção de investimentos segue um conjunto de etapas bem estabelecidas. A falta de disciplina na execução de uma estratégia cria sérias vulnerabilidades. Por isso, seguimos um conjunto diretrizes que foram testadas com o passar do tempo e que sobreviveram a tempos de incerteza.

A nossa equipa de especialistas