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24 março 2025 00h20
Fonte: Negócios

Certificados vão render menos. Quanto dão os depósitos? Certificados vão render menos. Quanto dão os depósitos?

Certificados vão render menos. Quanto dão os depósitos? Certificados vão render menos. Quanto dão os depósitos?

A descida da Euribor a 3 meses vai fazer-se sentir na remuneração dos certificados de aforro já em abril. Mas encontrar juros mais elevados entre os depósitos a prazo disponíveis também não é uma tarefa fácil. A descida da Euribor a 3 meses vai fazer-se sentir na remuneração dos certificados de aforro já em abril. Mas encontrar juros mais elevados entre os depósitos a prazo disponíveis também não é uma tarefa fácil. 


Desde o início da comercialização dos atuais certificados de aforro (da série F) que estes produtos têm dado a taxa de juro máxima, de 2,5%. Este cenário está, contudo, prestes a mudar à medida que a Euribor a 3 meses (o indexante que é usado para o cálculo da remuneração) tem vindo a recuar. Por outro lado, entre os depósitos disponíveis no mercado também não há muitas opções mais altas.


Determinada mensalmente no antepenúltimo dia útil do mês, para vigorar durante o mês seguinte, a taxa-base dos certificados de aforro segue uma fórmula que tem por base a média da Euribor a 3 meses nos 10 dias úteis anteriores (que não pode ser superior a 2,5% nem inferior a 0%). De fora ficam os prémios de permanência: de 0,25% do segundo ao quinto ano, de 0,5% entre o sexto e o nono ano, de 1% nos 10.º e 11.º anos, 1,5% nos dois anos seguintes ou de 1,75% nos dois últimos anos do prazo.


Com a Euribor a 3 meses nos 2, 386% (nos últimos dias tem estado sempre abaixo do máximo), a Agência de Gestão de Tesouraria e da Dívida Pública – IGCP deverá anunciar esta quinta-feira que o juro a vigorar em abril é mais baixo do que em março. E a tendência de descida não deverá ficar por aqui.


As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da Zona Euro empresta dinheiro entre si no mercado interbancário, pelo que são diretamente influenciadas pelas taxas de juro do Banco Central Europeu (BCE). Após seis descidas, a taxa de referência da autoridade monetária está em 2,5% e o mercado espera que haja ainda mais duas reduções este ano até aos 2%.


Mas se os juros dos certificados são influenciados pelas taxas do BCE, o mesmo é verdade para a remuneração dos depósitos por parte dos bancos. Ainda antes de o banco central liderado por Christine Lagarde começar a reduzir o custo do dinheiro, já as instituições financeiras se ajustavam. Naquele que foi o 13.º mês consecutivo de descidas, a taxa de juro média dos depósitos de particulares em Portugal caiu em janeiro abaixo da marca dos 2% pela primeira vez desde agosto de 2023 – Portugal é o quinto país da Zona Euro onde as poupanças têm piores remunerações.


Considerando os novos depósitos com prazo até um ano (a maior fatia), a taxa de juro média diminuiu 0,19 pontos percentuais em janeiro, para 1,99%, de acordo com os mais recentes dados do Banco de Portugal. Uma análise levada a cabo pela Deco Proteste aos preçários dos bancos no início do mês mostra que, num universo de 24 bancos, 15 reduziram taxas: ActivoBank, Bankinter, Banco BPI, Best, Banco BNI Europa, Banco CTT, Caixa Geral de Depósitos, Crédito Agrícola, EuroBic, Banco Finantia, BCP, Montepio, Novo Banco, Open Bank e Santander Totta.


"Em vez de se conformar com a oferta minúscula do seu banco, siga uma regra fundamental: procure taxas acima da inflação. A previsão mais recente do Banco de Portugal para este ano é de 2,1%. Assim, deverá escolher um depósito com taxa líquida superior, ou seja, uma taxa bruta nunca inferior a 2,9%”, diz o especialista da Deco António Ribeiro.


Não é, contudo, tarefa fácil. O levantamento do Negócios aos produtos, com prazo a 12 meses, disponíveis atualmente no mercado revela que há poucas opções acima dos 2%. Nos 2,9% apenas uma: do BAI Europa. "É provável que sinta alguma relutância em abrir conta num banco pequeno, cujo nome não lhe soe familiar, pois são estes que oferecem as melhores taxas, mas, se se acomodar às remunerações oferecidas pelos maiores bancos, o mais certo é perder dinheiro devido ao impacto da inflação nas suas poupanças”, avisa o especialista da Deco Proteste. Desde o início da comercialização dos atuais certificados de aforro (da série F) que estes produtos têm dado a taxa de juro máxima, de 2,5%. Este cenário está, contudo, prestes a mudar à medida que a Euribor a 3 meses (o indexante que é usado para o cálculo da remuneração) tem vindo a recuar. Por outro lado, entre os depósitos disponíveis no mercado também não há muitas opções mais altas.


Determinada mensalmente no antepenúltimo dia útil do mês, para vigorar durante o mês seguinte, a taxa-base dos certificados de aforro segue uma fórmula que tem por base a média da Euribor a 3 meses nos 10 dias úteis anteriores (que não pode ser superior a 2,5% nem inferior a 0%). De fora ficam os prémios de permanência: de 0,25% do segundo ao quinto ano, de 0,5% entre o sexto e o nono ano, de 1% nos 10.º e 11.º anos, 1,5% nos dois anos seguintes ou de 1,75% nos dois últimos anos do prazo.


Com a Euribor a 3 meses nos 2, 386% (nos últimos dias tem estado sempre abaixo do máximo), a Agência de Gestão de Tesouraria e da Dívida Pública – IGCP deverá anunciar esta quinta-feira que o juro a vigorar em abril é mais baixo do que em março. E a tendência de descida não deverá ficar por aqui.


As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 19 bancos da Zona Euro empresta dinheiro entre si no mercado interbancário, pelo que são diretamente influenciadas pelas taxas de juro do Banco Central Europeu (BCE). Após seis descidas, a taxa de referência da autoridade monetária está em 2,5% e o mercado espera que haja ainda mais duas reduções este ano até aos 2%.


Mas se os juros dos certificados são influenciados pelas taxas do BCE, o mesmo é verdade para a remuneração dos depósitos por parte dos bancos. Ainda antes de o banco central liderado por Christine Lagarde começar a reduzir o custo do dinheiro, já as instituições financeiras se ajustavam. Naquele que foi o 13.º mês consecutivo de descidas, a taxa de juro média dos depósitos de particulares em Portugal caiu em janeiro abaixo da marca dos 2% pela primeira vez desde agosto de 2023 – Portugal é o quinto país da Zona Euro onde as poupanças têm piores remunerações.


Considerando os novos depósitos com prazo até um ano (a maior fatia), a taxa de juro média diminuiu 0,19 pontos percentuais em janeiro, para 1,99%, de acordo com os mais recentes dados do Banco de Portugal. Uma análise levada a cabo pela Deco Proteste aos preçários dos bancos no início do mês mostra que, num universo de 24 bancos, 15 reduziram taxas: ActivoBank, Bankinter, Banco BPI, Best, Banco BNI Europa, Banco CTT, Caixa Geral de Depósitos, Crédito Agrícola, EuroBic, Banco Finantia, BCP, Montepio, Novo Banco, Open Bank e Santander Totta.


"Em vez de se conformar com a oferta minúscula do seu banco, siga uma regra fundamental: procure taxas acima da inflação. A previsão mais recente do Banco de Portugal para este ano é de 2,1%. Assim, deverá escolher um depósito com taxa líquida superior, ou seja, uma taxa bruta nunca inferior a 2,9%”, diz o especialista da Deco António Ribeiro.


Não é, contudo, tarefa fácil. O levantamento do Negócios aos produtos, com prazo a 12 meses, disponíveis atualmente no mercado revela que há poucas opções acima dos 2%. Nos 2,9% apenas uma: do BAI Europa. "É provável que sinta alguma relutância em abrir conta num banco pequeno, cujo nome não lhe soe familiar, pois são estes que oferecem as melhores taxas, mas, se se acomodar às remunerações oferecidas pelos maiores bancos, o mais certo é perder dinheiro devido ao impacto da inflação nas suas poupanças”, avisa o especialista da Deco Proteste.


A taxa-base dos certificados deverá ser, em abril, inferior à de março. Mas há ainda prémios.


APETITE NÃO ARREFECE


"Stock” de certificados de aforro, em milhões de euros


O apetite por certificados de aforro não dá sinais de arrefecimento. As famílias em Portugal reforçam mensalmente a aposta desde outubro e o "stock” está no máximo histórico de 35.755,05 milhões de euros.


EURIBOR ABAIXO DOS 2,4%


Média mensal da Euribor a 3 meses e último valor diário, em percentagem


A Euribor a 3 meses (o indexante usado no cálculo da remuneração dos certificados de aforro) tem vindo a cair e está atualmente em 2,386%. Considerando a última média mensal, de fevereiro, ficou nos 2,525%.


DEPÓSITOS RENDEM MENOS DE 2%


Taxa de juro média dos depósitos a prazo até 1 ano, em percentagem


A taxa de juro média dos depósitos das famílias caiu, em janeiro, abaixo da marca dos 2% pela primeira vez desde agosto de 2023, tendo registado assim o 13.º mês consecutivo de descidas.


Fonte: Banco de Portugal


BANCOS MAIS PEQUENOS OFERECEM MELHORES REMUNERAÇÕES


Oferta de depósitos a prazo a 12 meses, por instituição financeira


O levantamento feito pelo Negócios de depósitos a prazo entre os bancos a operar em Portugal indica que os bancos mais pequenos oferecem juros maiores, mas também obrigam a um investimento mais avultado. No caso do Novo Banco trata-se da taxa mínima e, no Santander, do juro médio.


Fonte: Euribor-rates.eu Fonte: Banco de Portugal


Banco Produto Montante mínimo TANB (%)


BAI Europa Depósito a Prazo Premium EUR 2.500 2,9% Finantia Depósito a Prazo Finantia Prime 12 50.000 2,75% BNI Europa DP Promocional 2.500 2,55% Bison Bank DP Bison Rendimento Premium 25.000 2,543% Trade Republic Depósito Trade Republic 1 2,5% Banco Português de Gestão BPG Valor 5.000 2,25% OpenBank Depósito Open 12 Meses Novos Clientes 1 2,1% Banco Atlântico Europa DP Atlantico 500 2% BiG Depósito a Prazo a 1 Ano 1.000 1,75% Banco Carregosa DP Banco Carregosa Poupança Crescente 25.000 1,75% BPI DP BPI + 250 1,5% Santander DP Crescente Trimestral - 1 ano 15.000 1,33% Caixa Geral de Depósitos Depósito Caixa Especial 12 Meses 500 1% BCP Depósito Net Millennium Flexível 250 1% Novo Banco DP Online 12 Meses 50 0,45%


Fonte: Sites oficiais de cada banco


UNICRE S INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, S.A.


SOCIEDADE ANÓNIMA


Sede: Rua General Firmino Miguel, 6-B piso -1, Lisboa Freguesia São Domingos de Benfica Capital Social: 10.000.000 Euros Pessoa Coletiva n.o 500292841 Matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa sob o n.o de Pessoa Coletiva (anteriormente sob o n.o 47147)


Nos termos do disposto nos números 1 e 2 do artigo 110.o do Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras, aprovado pelo Decreto-Lei n.o 298/92, de 31 de dezembro, publica-se, para efeitos da Assembleia Geral de Acionistas, convocada para o dia 31 de março de 2025, a relação dos acionistas cuja participação excede 2% do capital social da Sociedade;


Acionistas


Millennium BCP Participações, SGPS, Soc. Unipessoal, Lda.


Banco Santander To?a, S.A. Banco BPI, S.A.


Novo Banco, S.A. Caixa Económica Montepio Geral, S.A.


Lisboa, 18 de março de 2025


Quantidade de Ações % no capital social 623.192 31,16 437.207 21,86 420.200 21,01 350.029 17,50 76.769 03,84


O CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO


(Ass. ilegíveis) A taxa-base dos certificados deverá ser, em abril, inferior à de março. Mas há ainda prémios.


APETITE NÃO ARREFECE


"Stock” de certificados de aforro, em milhões de euros


O apetite por certificados de aforro não dá sinais de arrefecimento. As famílias em Portugal reforçam mensalmente a aposta desde outubro e o "stock” está no máximo histórico de 35.755,05 milhões de euros.


EURIBOR ABAIXO DOS 2,4%


Média mensal da Euribor a 3 meses e último valor diário, em percentagem


A Euribor a 3 meses (o indexante usado no cálculo da remuneração dos certificados de aforro) tem vindo a cair e está atualmente em 2,386%. Considerando a última média mensal, de fevereiro, ficou nos 2,525%.


DEPÓSITOS RENDEM MENOS DE 2%


Taxa de juro média dos depósitos a prazo até 1 ano, em percentagem


A taxa de juro média dos depósitos das famílias caiu, em janeiro, abaixo da marca dos 2% pela primeira vez desde agosto de 2023, tendo registado assim o 13.º mês consecutivo de descidas.


Fonte: Banco de Portugal


BANCOS MAIS PEQUENOS OFERECEM MELHORES REMUNERAÇÕES


Oferta de depósitos a prazo a 12 meses, por instituição financeira


O levantamento feito pelo Negócios de depósitos a prazo entre os bancos a operar em Portugal indica que os bancos mais pequenos oferecem juros maiores, mas também obrigam a um investimento mais avultado. No caso do Novo Banco trata-se da taxa mínima e, no Santander, do juro médio.


Fonte: Euribor-rates.eu Fonte: Banco de Portugal


Banco Produto Montante mínimo TANB (%)


BAI Europa Depósito a Prazo Premium EUR 2.500 2,9% Finantia Depósito a Prazo Finantia Prime 12 50.000 2,75% BNI Europa DP Promocional 2.500 2,55% Bison Bank DP Bison Rendimento Premium 25.000 2,543% Trade Republic Depósito Trade Republic 1 2,5% Banco Português de Gestão BPG Valor 5.000 2,25% OpenBank Depósito Open 12 Meses Novos Clientes 1 2,1% Banco Atlântico Europa DP Atlantico 500 2% BiG Depósito a Prazo a 1 Ano 1.000 1,75% Banco Carregosa DP Banco Carregosa Poupança Crescente 25.000 1,75% BPI DP BPI + 250 1,5% Santander DP Crescente Trimestral - 1 ano 15.000 1,33% Caixa Geral de Depósitos Depósito Caixa Especial 12 Meses 500 1% BCP Depósito Net Millennium Flexível 250 1% Novo Banco DP Online 12 Meses 50 0,45%


Fonte: Sites oficiais de cada banco