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23 outubro 2026 14h35

Burlas Financeiras: Como detetar as mais sofisticadas

Burlas Financeiras: Como detetar as mais sofisticadas

 

 


 

Resumo:

 

  •  As burlas financeiras estão cada vez mais sofisticadas e recorrem a técnicas como burlas telefónicas, falsos investimentos e perfis fraudulentos.

 

  •  Alguns sinais de alerta incluem pedidos urgentes, promessas de ganhos rápidos ou solicitações de dados pessoais.

 

  •  O Carregosa NextGen ajuda-te a identificar este tipo de esquemas, de forma a evitares burlas financeiras.

 


 

 

Esquece os e-mails confusos e mal traduzidos. Atualmente, as burlas financeiras usam os teus próprios dados, chamadas simuladas e mensagens SMS que parecem 100% reais para te apanhar desprevenido.

 

E não é uma impressão: no relatório relativo a 2025, a CMVM registou que os pedidos de informação sobre intermediação financeira não autorizada representaram 7,8% do total, um aumento que o próprio regulador assinala com preocupação e que está frequentemente associado a esquemas de burla e a plataformas sem registo em Portugal. Foi também por isso que a CMVM criou novas áreas no Portal do Investidor dedicadas ao combate à fraude.

 

Sabes como identificar estes esquemas antes de clicar? Conhece as burlas financeiras mais comuns e descobre o que fazer para proteger o teu património.

 

 

O que são burlas financeiras?

 

As burlas financeiras são esquemas que usam técnicas de manipulação, falsificação de dados ou engenharia social para roubar o teu dinheiro ou informação pessoal.

 

Ao contrário dos roubos tradicionais, as burlas financeiras dependem de te levar a conceder acesso às tuas contas, transferir fundos voluntariamente ou investir em ativos fictícios sem saberes.

 

 

11 Burlas financeiras mais comuns

 

Conhecer os principais esquemas é um dos primeiros passos para identificar uma situação suspeita. Fica a conhecer algumas das burlas financeiras mais comuns:

 

 

1. Phishing

 

No phishing, o contacto fraudulento é normalmente feito através de e-mail. O burlão procura fazer-se passar por uma entidade legítima, como um banco, uma empresa ou outro serviço que reconheças. A mensagem pode indicar que existe um problema com a tua conta, uma transação suspeita ou a necessidade de atualizar determinados dados.

 

Para resolver a situação, é apresentado um link que conduz a uma página falsa, onde podes ser levado a introduzir credenciais, dados bancários ou outras informações pessoais. O objetivo é criar uma aparência de legitimidade e, muitas vezes, um sentido de urgência que te leve a agir sem verificar primeiro a origem da mensagem.

 

 

2. Smishing

 

O smishing segue uma lógica semelhante à do phishing, mas utiliza mensagens SMS ou outras mensagens de texto como principal canal de contacto. Podes receber uma mensagem aparentemente enviada pelo banco ou outra entidade acompanhada de um link e de um pedido para confirmar uma operação ou resolver um problema.

 

O perigo está precisamente nessa aparência de normalidade: a mensagem pode utilizar o nome e a identidade visual da entidade verdadeira, enquanto o link conduz a uma página fraudulenta criada para recolher os teus dados.

 

 

3. Vishing

 

O vishing é uma forma de fraude baseada em chamadas telefónicas. O burlão pode fazer-se passar por um funcionário do banco ou de outra entidade, afirmando que detetou uma tentativa de acesso à conta ou uma operação suspeita. O objetivo passa, muitas vezes, por convencer-te a partilhar códigos, credenciais ou outras informações, ou a autorizar uma operação.

 

Uma das características que torna estas chamadas particularmente perigosas é a possibilidade de o número apresentado no telefone parecer pertencer realmente à entidade em causa. O burlão pode também conhecer alguns dados pessoais, tornando o contacto ainda mais convincente.

 

 

4. Falsos investimentos e promessas de retorno rápido

 

“Investe 250€ e ganha milhares todos os meses.” “Rendimentos garantidos.” “Método infalível para ganhar dinheiro.” são alertas óbvios. Mas há outros mais subtis, com promessas mais realistas. Em alguns casos, o esquema começa com um investimento relativamente reduzido. Depois, a vítima é incentivada a colocar mais dinheiro, muitas vezes através da apresentação de supostos ganhos ou oportunidades exclusivas.

 

5. Esquemas de Ponzi

 

Num esquema de Ponzi, os supostos rendimentos pagos aos primeiros participantes não resultam necessariamente de uma atividade económica ou investimento real, sendo financiados pelo dinheiro colocado por novos participantes. O esquema precisa, por isso, de continuar a atrair novas pessoas para se manter.

 

No início, alguns participantes podem efetivamente receber dinheiro, o que ajuda a criar uma aparência de legitimidade e incentiva novas entradas. À medida que o sistema cresce, torna-se cada vez mais dependente da entrada de novos fundos. Quando já não entra dinheiro suficiente, o esquema pode colapsar, deixando muitos participantes com perdas significativas.

 

Este tipo de burla não deve ser confundido com um investimento de elevado risco: trata-se de uma estrutura baseada na entrada contínua de novos participantes para sustentar os pagamentos.

 

 

6. Perfis falsos e burlas sentimentais

 

Nem todas as burlas financeiras começam com uma proposta de investimento; algumas têm início numa relação aparentemente pessoal. Nas chamadas burlas sentimentais, o burlão cria um perfil falso numa rede social ou aplicação de encontros e estabelece progressivamente uma relação de confiança com a vítima.

 

Depois de criar essa ligação, surge normalmente um pedido de dinheiro associado a uma situação urgente: uma viagem, um problema de saúde, uma dívida ou outra dificuldade inesperada. O contacto pode prolongar-se durante semanas ou meses, tornando a manipulação mais difícil de reconhecer. Quando os pedidos de dinheiro deixam de ser atendidos, o perfil pode simplesmente desaparecer.

 

 

7. Falsos funcionários bancários

 

Outra técnica utilizada em burlas financeiras consiste em fazer-se passar por um funcionário de um banco. O contacto pode ser feito por e-mail, telefone ou mensagem e incluir dados verdadeiros sobre a vítima. O burlão pode saber o nome, morada, IBAN ou até identificar uma pessoa que trabalha ou trabalhou no banco.

 

É precisamente esta utilização de informação real que pode tornar o esquema mais convincente. A partir daí, podem surgir pedidos para atualizar dados, clicar num link, fornecer códigos ou realizar uma transferência.

 

 

8. Sites clonados de homebanking

 

Outra forma comum de burla consiste em criar uma página falsa praticamente igual à de uma instituição financeira. O endereço pode apresentar pequenas diferenças em relação ao site verdadeiro e a página pode reproduzir o logótipo, as cores e até alguns elementos de navegação da entidade legítima.

 

O objetivo é simples: fazer-te introduzir os teus dados de acesso. Aceder sempre pelo site ou pela aplicação oficial é uma das regras básicas de segurança no homebanking.

 

 

9. Deepfakes e clonagem de voz

 

A tecnologia veio acrescentar uma camada nova a esquemas antigos. Hoje é possível replicar a voz de uma pessoa a partir de poucos segundos de áudio, ou criar vídeos em que alguém parece dizer algo que nunca disse.

 

Na prática, isto significa duas coisas. Podes receber uma chamada com a voz de um familiar a pedir dinheiro com urgência. Ou podes ver, nas redes sociais, um vídeo em que uma figura pública conhecida, ou até um banco, parece recomendar uma plataforma de investimento. Em outubro de 2025, a CMVM alertou precisamente para o uso fraudulento do nome e da imagem de personalidades públicas e de instituições financeiras autorizadas.

 

A regra que muda: reconhecer a voz ou o rosto de alguém deixou de ser prova de identidade. Se o pedido envolve dinheiro, confirma sempre por um canal diferente daquele em que recebeste o contacto.

 

 

10. “Olá pai, olá mãe”

 

Recebes uma mensagem de um número desconhecido: alguém diz ser teu filho ou familiar, explica que mudou de número, ou que perdeu o telemóvel e está a usar o de um amigo, e pede, com urgência, uma transferência para resolver um problema. É uma das burlas mais frequentes em Portugal, e o Banco de Portugal alerta regularmente para ela.

 

A regra é simples: não respondas à mensagem e liga para o número habitual dessa pessoa. Se não conseguires, tenta uma chamada de voz ou vídeo para o número que te contactou, numa burla, é normal que a chamada não seja atendida e que te respondam por escrito com uma justificação. Adicionalmente, faz perguntas cuja resposta só o teu familiar saiba, sem revelares o nome dele nem outros dados pessoais.

 

 

11. Burlas com MB WAY

 

Surgem sobretudo em compras e vendas online. O esquema mais comum: alguém diz querer comprar o que estás a vender e envia um pedido de MB WAY dizendo que é para “receberes” o dinheiro. Não é, ao confirmares, estás a pagar, não a receber.

 

No MB WAY, receber dinheiro nunca exige que confirmes nada na tua aplicação. Se te pedirem para confirmar, é para te retirarem dinheiro.

 

 

Os sinais que se repetem em quase todas as burlas

 

Não é preciso reconhecer o esquema todo. Basta reconhecer um destes sinais para parar e verificar.

 

Sinal Porque é usado
Urgência (“tens de decidir já”) Impede-te de verificar e de pensar
Pedido de códigos, passwords ou acesso remoto Dá ao burlão o controlo da tua conta
Rendimentos elevados ou garantidos Nenhuma garantia é melhor do que quem a presta; e retorno elevado implica sempre risco
Contacto inesperado Tu não procuraste — foram eles que te encontraram
Conhecimento de dados teus (nome, IBAN) Cria credibilidade; não prova identidade
Pedido para não falares com ninguém Afasta-te de quem te poderia alertar
Pagamento para “desbloquear” ou “recuperar” É a segunda burla, sobre a primeira

 

A questão não é a garantia existir, é quem a presta e a que custo. Um depósito a prazo até 100.000 euros tem várias camadas de proteção, o próprio banco e o Fundo de Garantia de Depósitos, e, por isso, aproxima-se da segurança total; em contrapartida, a remuneração é modesta. É esta relação que os esquemas fraudulentos violam: prometem simultaneamente segurança total e retorno elevado, o que nenhum produto legítimo consegue oferecer.

 

 

Como identificar e evitar burlas financeiras

 

Para perceberes a dimensão do problema: a CMVM publica regularmente alertas sobre entidades que não estão habilitadas a exercer intermediação financeira em Portugal. A lista de entidades não autorizadas está pública e é atualizada com frequência. É por isso que a verificação que se segue vale os poucos minutos que demora.

 

 

1. Verifica a origem do contacto

 

Antes de responderes a um e-mail, SMS ou chamada, confirma se o contacto provém realmente da entidade indicada. Se alguém afirmar representar o banco, termina a chamada e utiliza os contactos oficiais para confirmar a informação.

 

Da mesma forma, perante uma mensagem recebida por SMS ou e-mail, evita utilizar os contactos ou links apresentados na própria mensagem para fazer essa verificação.

 

 

2. Analisa os links e endereços

 

Antes de clicares em qualquer link ou endereço, verifica cuidadosamente o que é apresentado, pois as pequenas diferenças no domínio podem ajudar-te a identificar uma página falsa. Para acederes ao homebanking ou a outros serviços financeiros, utiliza diretamente o site ou a aplicação oficial. E lembra-te: evita introduzir dados pessoais ou credenciais numa página cujo endereço não tenhas confirmado previamente.

 

 

3. Confirma se a entidade está autorizada

 

Antes de investires qualquer montante, verifica se a entidade que apresenta a oportunidade está autorizada a operar em Portugal. Esta é a verificação mais útil que podes fazer, e demora poucos minutos:

 

  •  Listas da CMVM: Consulta os intermediários financeiros registados e, sobretudo, a lista de entidades não autorizadas, onde a CMVM identifica quem está a operar sem habilitação.

 

  •  Banco de Portugal: Para instituições de crédito e sociedades financeiras.

 

  •  Supervisor do país de origem: Se for uma entidade europeia a operar em Portugal, confirma também junto do regulador do seu país.

 

Se a entidade não constar de nenhuma destas listas, ou se constar da lista de alertas, não invistas.

 

Desconfia ainda de propostas que prometem rendimentos elevados, rápidos ou garantidos. E lembra-te: uma apresentação profissional, testemunhos positivos ou a utilização da imagem de figuras públicas (os chamados finfluencers) não são, por si só, provas de legitimidade.

 

 

4. Protege os teus dados e códigos

 

Nunca partilhes passwords, códigos de autenticação ou outros dados de segurança em resposta a contactos inesperados. Mesmo que o interlocutor conheça o teu nome, IBAN ou outros dados pessoais, isso não confirma a sua identidade. Trata os códigos de autenticação como informação confidencial e nunca os partilhes com terceiros.

 

 

5. Desconfia de pedidos urgentes

 

Questiona contactos que te pressionem a agir imediatamente, seja para evitar o bloqueio de uma conta, confirmar uma operação ou aproveitar uma oportunidade de investimento. A urgência é frequentemente utilizada para impedir que tenhas tempo para pensar, pesquisar ou confirmar a informação por ti próprio. Se alguém te pressionar para agir rapidamente, faz precisamente o contrário: para e verifica.

 

 

6. Ativa a autenticação multifator

 

Sempre que possível, reforça a segurança das tuas contas através da autenticação multifator. Esta camada adicional de proteção pode dificultar o acesso indevido às contas, mesmo quando alguém consegue obter uma password. Além disso, utiliza também passwords diferentes para serviços diferentes, de modo a reduzires o risco de fraude.

 

Sempre que possível, reforça a segurança das tuas contas através da autenticação multifator. Esta camada adicional de proteção pode dificultar o acesso indevido às contas, mesmo quando alguém consegue obter uma password. Além disso, utiliza passwords diferentes para serviços diferentes, de modo a reduzires o risco de burla e vê também outros cuidados a ter quando usas o homebanking.

 

 

7. Atualiza os teus dispositivos e aplicações

 

Mantém o sistema operativo, o browser e as aplicações atualizados. As atualizações podem incluir correções de segurança importantes para reduzir a exposição a vulnerabilidades que possam ser exploradas por terceiros.

 

 

8. Confirma antes de agir

 

Se alguma coisa te parecer estranha, não avances no momento. Fecha a mensagem, desliga a chamada ou interrompe a operação e procura confirmar a situação através de uma fonte oficial ou junto de alguém de confiança.

 

Quando estão em causa dinheiro, dados pessoais ou acesso às tuas contas, alguns minutos de verificação podem evitar consequências muito mais graves.

 

 

O que fazer se fores vítima de uma burla financeira?

 

Se suspeitares de que foste vítima de uma burla financeira, é importante que ajas rapidamente. Estes são os passos que deves seguir:

 

 

1. Contacta o banco

 

Informa o banco sobre o que aconteceu, mesmo que não tenhas a certeza de que houve uma perda financeira. Se forneceste credenciais, códigos ou outros dados, explica exatamente o que partilhaste. Para tal, utiliza sempre os contactos oficiais da instituição.

 

 

2. Bloqueia cartões e acessos (se necessário)

 

Se houver risco de acesso à conta ou utilização indevida de cartões, pede o bloqueio através dos canais oficiais da instituição. Dependendo da situação, poderá também ser necessário bloquear o acesso à aplicação, ao homebanking ou a serviços de pagamento associados.

 

 

3. Guarda todas as provas

 

Guarda capturas de ecrã, números de telefone, endereços de e-mail, links, comprovativos de pagamento e movimentos que não reconheças. Estas informações podem ser úteis para o banco e para as autoridades.

 

 

4. Altera as passwords comprometidas

 

Se forneceste uma password, altera-a imediatamente. Caso utilizes a mesma password noutros serviços, altera também esses acessos. Adicionalmente, sempre que possível, deves ativar a autenticação multifator.

 

 

5. Participa às autoridades

 

Apresentar queixa é essencial, não só pela tua situação, mas porque as provas reunidas podem ajudar a identificar esquemas que estejam a lesar outras pessoas. Consoante o caso:

 

  •  PSP ou GNR: Para apresentar queixa-crime. Podes fazê-lo em qualquer esquadra ou posto, e também junto do Ministério Público.

 

  •  CMVM: Se a burla envolveu investimentos ou uma entidade que se apresentava como intermediário financeiro. Podes contactar a Linha de Apoio ao Investidor (800 205 339) ou escrever para investidor@cmvm.pt.

 

  •  Banco de Portugal: Para questões relacionadas com produtos e serviços bancários.

 

Atenção: comunicar a situação a um regulador não substitui a queixa junto das autoridades judiciárias. Se houve crime, a queixa na PSP, GNR ou Ministério Público é indispensável.

 

 

6. Acompanha as tuas contas

 

Nos dias e semanas seguintes, verifica regularmente os movimentos bancários, pagamentos e outras atividades associadas às tuas contas. Se identificares uma operação que não reconheces, contacta o banco de imediato.

 

 

Protege-te de burlas financeiras com o Carregosa NextGen

 

Proteger o teu dinheiro vai muito além de saber investir: exige estar um passo à frente das burlas financeiras. Hoje, os esquemas são cada vez mais sofisticados, mas reconhecer os sinais de alerta é a tua melhor defesa.

 

No Carregosa NextGen, a tua segurança não é uma opção, é a base de tudo. Desenhamos cada plataforma, canal e operação com camadas de proteção rigorosas para que possas gerir e rentabilizar o teu património com tranquilidade. Contacta-nos e descobre como dar o próximo passo no teu futuro financeiro com total confiança.

 

 

Sobre o Banco Carregosa

 

Com origem numa casa de câmbios fundada em 1833, no Porto, o Banco Carregosa é a instituição financeira mais antiga em atividade da Península Ibérica. É uma entidade regulada, sujeita à supervisão do Banco de Portugal (registo n.º 0235) e da CMVM (registo n.º 0169).

 


 

Burlas financeiras: Perguntas Frequentes

 

De seguida, damos resposta a algumas das dúvidas mais comuns sobre fraudes financeiras.

 

 

Como saber se estou perante uma burla financeira?

 

Existem vários sinais de alerta: pedidos urgentes, promessas de ganhos elevados ou garantidos, solicitações de dados ou códigos, links suspeitos e contactos inesperados. Perante uma situação duvidosa, confirma sempre a informação através de um canal oficial.

 

 

O Banco pode pedir os meus códigos de acesso por telefone?

 

Não deves partilhar passwords, códigos de autenticação ou outros dados de segurança com alguém que te contacte inesperadamente e afirme representar o banco. Se tiveres dúvidas sobre uma chamada, termina o contacto e liga diretamente para o banco através de um número oficial.

 

 

O que devo fazer se transferi dinheiro para um burlão?

 

Contacta o banco o mais rapidamente possível e explica o que aconteceu. Dependendo da situação, poderá ser possível tomar medidas para tentar impedir ou recuperar uma operação. Guarda também todas as provas relacionadas com a burla e participa o caso às autoridades competentes.

 


 

Aviso Legal: Este artigo foi preparado pelo Banco Carregosa com fins meramente informativos e educativos, não constituindo aconselhamento jurídico nem financeiro personalizado. A informação sobre entidades competentes e procedimentos de queixa tem carácter geral e não dispensa a consulta das fontes oficiais nem, quando aplicável, o recurso a aconselhamento jurídico. Perante uma situação concreta, contacte o seu banco pelos canais oficiais e as autoridades competentes.

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