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08 setembro 2026 10h55

Finfluencers: Quem são e cuidados a ter

Finfluencers: Quem são e cuidados a ter

Finfluencers: Quem são e cuidados a ter

 

 


 

Resumo:

 

  •  Finfluencers são criadores de conteúdo que partilham informação sobre finanças e investimentos nas redes sociais.

 

  •  Os seus conteúdos podem ser úteis para aprender, mas não constituem aconselhamento financeiro personalizado nem têm em conta a tua situação, objetivos ou tolerância ao risco.

 

  •  Seguir recomendações de investimento de finfluencers é um risco por muito persuasivas que sejam.

 

  •  No Carregosa NextGen, encontras apoio especializado para tomares decisões de investimento mais sustentadas e esclarecidas.

 


 

 

Basta fazer scroll no TikTok, Instagram ou YouTube para encontrares alguém a explicar como investir, que ações comprar ou qual poderá ser a próxima grande oportunidade do mercado. O conteúdo partilhado por finfluencers pode ser útil, mas não significa necessariamente informação adequada para ti ou sequer correta.

 

Sabe mais sobre os finfluencers e que cuidados deves ter para identificar quem está do outro lado do ecrã, quais os seus interesses e se aquilo que está a dizer é realmente aplicável à tua situação.

 

 

O que são finfluencers?

 

A palavra finfluencer resulta da combinação de "finance” e "influencer” e é utilizada para descrever criadores de conteúdo que partilham informação sobre dinheiro, poupança, mercados financeiros e investimentos através de plataformas como o Instagram, o TikTok, o YouTube ou outras redes sociais.

 

Os conteúdos podem assumir formatos muito diferentes: desde vídeos educativos sobre conceitos financeiros até análises de empresas, opiniões sobre determinados ativos ou recomendações sobre onde investir. Alguns criadores limitam-se a partilhar conhecimento ou a explicar a sua experiência pessoal, enquanto outros monetizam a audiência através de publicidade, patrocínios, links de afiliados, cursos ou promoção de determinados produtos e plataformas.

 

É precisamente aqui que deves fazer uma distinção importante: um conteúdo sobre investimentos não se trata de aconselhamento financeiro personalizado. Uma publicação pode apresentar uma opinião, uma análise ou uma ideia de investimento, mas isso não significa que tenha em conta os teus objetivos, horizonte temporal, situação financeira ou tolerância ao risco.

 

Além disso, na União Europeia, determinadas publicações nas redes sociais podem ser consideradas recomendações de investimento quando sugerem, de forma direta ou indireta, a compra ou venda de instrumentos financeiros ou uma determinada estratégia de investimento. Nesse caso aplicam-se as regras do Regulamento Abuso de Mercado (MAR), que exigem a identificação de quem produz a recomendação, a separação clara entre factos e opiniões e a divulgação de conflitos de interesse. A ESMA (Autoridade Europeia dos Valores Mobiliários e dos Mercados) tem reforçado estes deveres em avisos dirigidos a quem publica conteúdos financeiros nas redes sociais.

 

 

Finfluencers: Principais riscos da informação não regulada

 

As redes sociais podem ser um bom ponto de partida para aprender, mas seguir uma recomendação sem verificar a sua origem pode trazer riscos significativos. Fica a conhecer os principais.

 

 

Falta de qualificação e supervisão

 

Ter muitos seguidores não significa ter conhecimentos financeiros suficientes para recomendar investimentos. Qualquer pessoa pode criar uma conta, apresentar-se como especialista e partilhar opiniões sobre mercados, mesmo sem possuir formação ou experiência profissional comparável à de um especialista do setor financeiro.

 

A questão não é assumir que todos os finfluencers estão errados. O problema é não teres garantias de que a informação foi produzida com o mesmo nível de rigor, metodologia e supervisão exigidos a profissionais e entidades autorizadas.

 

 

Conflitos de interesse

 

Uma recomendação pode não ser tão imparcial quanto parece: em alguns casos, os finfluencers recebem dinheiro, comissões, ofertas ou outros benefícios por promoverem determinado produto, empresa ou plataforma. Eventualmente, também poderão ter uma posição financeira no ativo que estão a recomendar e beneficiar diretamente se mais pessoas decidirem investir.

 

É por isso que deves procurar sempre indicações claras sobre patrocínios, parcerias ou outras relações comerciais. A própria ESMA recomenda que os benefícios recebidos e potenciais conflitos de interesse sejam divulgados de forma clara.

 

 

Informação simplificada ou descontextualizada

 

Nas redes sociais, captar a atenção é essencial. O problema é que recomendações bem estruturadas raramente cabem num vídeo de poucos segundos, ficando a faltar informações fundamentais: em que cenário isso aconteceria, qual o horizonte temporal, que probabilidade existe de esse cenário se concretizar e quanto poderias perder.

 

O mesmo acontece quando são apresentados apenas exemplos de ganhos. Mostrar uma carteira que valorizou 30% não revela necessariamente as perdas que ocorreram anteriormente, o nível de risco assumido ou se aquele resultado pode ser repetido.

 

 

FOMO (fear of missing out) e decisões impulsivas

 

Quando vês repetidamente conteúdos sobre ações, criptomoedas ou tendências que parecem estar a "disparar”, podes sentir que tens de agir rapidamente para não perder uma oportunidade. Certas expressões usadas podem incentivar decisões tomadas com base na emoção e não numa análise racional. Nos mercados financeiros, esta pressão pode ser especialmente perigosa.

 

 

Risco de fraude e plataformas não autorizadas

 

Algumas publicações podem ser utilizadas para promover esquemas fraudulentos ou plataformas de investimento não autorizadas, quase sempre com promessas de rendimentos elevados e garantidos. Antes de aderires a qualquer plataforma, confirma se está registada junto da CMVM ou do Banco de Portugal e consulta as listas de alertas sobre entidades não autorizadas. Rentabilidades garantidas não existem, e essa promessa é o sinal de alarme mais fiável de todos.

 

 

Recomendações que não têm em conta o teu perfil

 

Mesmo que uma recomendação seja tecnicamente correta, isso não significa que seja adequada para ti. Um investimento pode fazer sentido para alguém com um horizonte temporal de 20 anos e elevada tolerância à volatilidade, mas ser completamente desadequado para quem precisa do dinheiro dentro de poucos meses.

 

 

O que diz a lei sobre os finfluencers?

 

A regulação existe para estabelecer regras de funcionamento, transparência e proteção dos investidores. Por isso, quando estás perante uma recomendação de investimento, é importante perceber se a informação provém de uma entidade autorizada e se o produto ou serviço promovido está devidamente enquadrado.

 

Na União Europeia, a divulgação pública de recomendações de investimento está sujeita a regras específicas, previstas no Regulamento Abuso de Mercado (Regulamento (UE) n.º 596/2014) e nos respetivos regulamentos delegados. Estas regras exigem que a recomendação identifique quem a produz, incluindo nome e função, distinga claramente factos de interpretações, estimativas e opiniões, e divulgue potenciais conflitos de interesse em cada canal onde é difundida. A ESMA acompanha a aplicação destas regras a nível europeu e tem alertado para os riscos de manipulação de mercado associados a este tipo de publicações. O incumprimento pode, consoante o caso e a jurisdição, dar origem a sanções administrativas ou criminais.

 

Na prática, isto significa que não deves confundir popularidade com credibilidade. Antes de investires, confirma a informação em fontes oficiais e verifica se o intermediário financeiro, plataforma ou entidade que está a oferecer o produto está devidamente autorizado. A regulação não elimina o risco de mercado, mas cria mecanismos importantes de supervisão e proteção.

 

Em Portugal, o regulador competente é a CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários), que tem uma área dedicada aos finfluencers e clarificou, em março de 2025, as regras aplicáveis. Dois pontos são especialmente importantes: um aviso do tipo "isto não é aconselhamento financeiro” não é, por si só, suficiente para que o conteúdo fique fora da supervisão; e os intermediários financeiros que recorrem a finfluencers são responsáveis pelas mensagens publicitárias que estes divulgam.

 

A dimensão do fenómeno também já é medida: no seu relatório anual relativo a 2024, a CMVM identificou 33 finfluencers a fornecer informação sobre instrumentos financeiros nas redes sociais em Portugal e, após analisar mais de 150 conteúdos e cerca de 20 horas de vídeo, detetou 32 indícios de incumprimento nas regras de publicidade e 28 indícios de atividade de prospeção de clientes, ou seja, de captação de clientes para intermediários financeiros sem habilitação para o fazer. No mesmo ano, a CMVM instaurou processos de contraordenação por exercício não autorizado de atividades de intermediação financeira e aplicou, pela primeira vez, medidas cautelares de apreensão e congelamento dos valores associados a essas atividades. Mais recentemente, a CMVM associou-se à ESMA e às restantes autoridades europeias de supervisão numa campanha dirigida aos influenciadores financeiros, com orientações sobre a promoção responsável de produtos e serviços financeiros.

 

 

Finfluencers vs Consultor Financeiro

 

Para perceberes a diferença, compara o que distingue um finfluencer de um consultor financeiro:

 

CritériosFinfluencerConsultor para investimento (registado na CMVM)
QualificaçãoNão é exigida formação específicaFormação, certificação e registo profissional exigidos
SupervisãoEm regra, não é entidade supervisionadaAtividade reservada, sujeita a autorização e registo na CMVM
PersonalizaçãoConteúdo geral, para uma audiênciaRecomendações adequadas ao teu perfil
Conflitos de interessePodem existir (patrocínios, afiliados)Sujeito a regras de identificação e gestão
ResponsabilidadeNão responde pela adequação; sujeito a contraordenação se exercer atividade reservadaResponde pela adequação da recomendação

 

A diferença essencial está na adequação: um conteúdo nas redes é feito para uma audiência, enquanto uma recomendação profissional parte da tua situação concreta. Se quiseres aprofundar, vê o que faz um consultor financeiro e quando recorrer a ele.

 

 

Finfluencers: Que cuidados ter?

 

Segue estas dicas práticas para te ajudar a distinguir entre informação útil e recomendações que podem levar-te a assumir riscos que não compreendes.

 

 

1. Verifica quem está por detrás da recomendação

 

Começa por perceber quem está a "falar”: procura informação sobre a formação, experiência profissional e atividade do criador de conteúdo, mas não uses estes elementos isoladamente como prova de credibilidade.

 

Ter uma carreira de sucesso, uma grande comunidade ou uma carteira de investimentos apresentada nas redes sociais não garante que as recomendações sejam adequadas ou rigorosas.

 

Quando estiveres perante uma recomendação concreta de investimento, procura confirmar os dados através de fontes oficiais, informação disponibilizada pelo emitente, documentos do produto ou informação de entidades reguladoras.

 

 

2. Avalia a origem e a qualidade da informação

 

Não tomes uma decisão de investimento apenas porque uma informação aparece repetidamente no teu feed. Pergunta-te de onde vêm os dados apresentados, se são atuais e se podem ser confirmados. Uma boa análise deve distinguir claramente entre factos, interpretações e opiniões. Esta distinção é particularmente importante porque uma opinião apresentada com elevada confiança pode facilmente parecer uma conclusão objetiva.

 

Também deves ter atenção ao horizonte temporal. Uma análise baseada num movimento de preços ocorrido numa determinada semana pode não ter qualquer relevância para uma estratégia de investimento de longo prazo.

 

 

3. Identifica possíveis conflitos de interesse

 

Antes de seguires uma recomendação, procura perceber se existe algum incentivo financeiro por detrás dela. Verifica se o conteúdo é patrocinado, se existe uma parceria comercial, se são utilizados links de afiliados ou se o próprio criador declara possuir o ativo que está a promover.

 

Este cuidado é ainda mais relevante quando a recomendação envolve uma plataforma, produto ou ativo específico. Se alguém ganha dinheiro quando tu aderes, compras ou investes, essa informação pode ser relevante para avaliares a independência da recomendação.

 

 

4. Compara a recomendação com fontes oficiais

 

Usa o conteúdo dos finfluencers como ponto de partida para pesquisar, não como ponto final da tua decisão. Se alguém recomenda determinado ETF, por exemplo, consulta a documentação oficial do produto para conhecer o índice seguido, custos, política de distribuição, composição e principais riscos. Se a recomendação envolver uma plataforma financeira, confirma se está autorizada e supervisionada pela entidade competente.

 

Esta verificação pode parecer mais demorada do que simplesmente seguir um link, mas permite-te passar de uma decisão baseada em influência para uma decisão baseada em informação.

 

 

5. Analisa o risco

 

Uma das formas mais comuns de apresentar investimentos nas redes sociais é destacar aquilo que podes ganhar. No entanto, deves fazer exatamente o contrário: começar por perceber aquilo que podes perder. Antes de investir, analisa a volatilidade do ativo, o risco de perda de capital, a liquidez, os custos e, quando aplicável, a utilização de alavancagem. Em produtos mais complexos, como CFDs ou determinados derivados, é especialmente importante compreender como funcionam antes de assumires qualquer posição.

 

 

6. Evita decisões baseadas na urgência

 

Se uma publicação te transmite a sensação de que tens de investir imediatamente, abranda. Os mercados financeiros oferecem oportunidades continuamente, mas uma decisão de investimento não deve depender da pressão criada por um vídeo, uma publicação viral ou uma contagem decrescente. A urgência pode impedir-te de comparar alternativas, analisar os riscos e confirmar a informação.

 

Uma estratégia de investimento deve ser construída com base nos teus objetivos.

 

 

7. Enquadra qualquer recomendação na tua carteira

 

Antes de seguires uma recomendação, verifica que peso aquele investimento teria no conjunto do teu património e que relação tem com os restantes ativos. Se já tens uma exposição elevada a tecnologia, por exemplo, investir numa nova ação tecnológica porque está a ser promovida nas redes sociais pode aumentar ainda mais uma concentração que não tinhas identificado.

 

A diversificação não significa comprar tudo o que aparece, mas antes construir uma carteira em que os diferentes ativos, setores e geografias contribuam para equilibrar o risco global.

 

 

8. Mantém o foco nos teus objetivos

 

Por fim, lembra-te de que investir não é uma competição para descobrir quem encontra primeiro a próxima ação vencedora. Define os teus objetivos, o horizonte temporal e o nível de risco que estás disposto a assumir. A partir daí, avalia cada nova oportunidade dentro dessa estratégia.

 

Os finfluencers podem ajudar-te a descobrir conceitos, acompanhar tendências ou encontrar temas que queiras estudar. Porém, a decisão final deve resultar da tua própria análise e de informação suficientemente sólida para compreenderes o investimento que estás a fazer.

 

 

Onde aprender com segurança

 

Se queres continuar a acompanhar conteúdos financeiros nas redes, começa por ter à mão as fontes que te permitem verificar o que vês:

 

  •  CMVM: Tem uma área dedicada aos finfluencers, com as regras aplicáveis, além das listas de entidades autorizadas e dos alertas sobre entidades não autorizadas.

 

  •  Banco de Portugal: Permite confirmar se uma instituição está registada para operar em Portugal.

 

  •  ESMA: Publica orientações e avisos dirigidos tanto aos finfluencers como aos investidores, a nível europeu.

 

  •  Todos Contam: Portal do Plano Nacional de Formação Financeira, com conteúdos de literacia financeira independentes.

 

 

Sinais de credibilidade

 

Estas são algumas das regras europeias que já se exigem a quem divulga recomendações de investimento.

 

  •  Identifica-se e explica a sua formação e experiência;

 

  •  Divulga patrocínios, parcerias, links de afiliados e as posições que detém;

 

  •  Distingue claramente factos de opiniões e indica as fontes;

 

  •  Fala de risco e de perdas, não apenas de ganhos;

 

  •  Não cria urgência ("última oportunidade”, "compra antes que seja tarde”);

 

  •  Não promete rentabilidades garantidas, porque não existem.

 

Nenhum destes sinais substitui a tua própria análise: mesmo um conteúdo rigoroso pode não ser adequado ao teu perfil, objetivos e horizonte temporal.

 

 

Carregosa NextGen, ao teu lado para investimentos mais informados

 

Seguir uma tendência ou uma recomendação pode ser o primeiro passo para pesquisar um investimento, mas nunca deve substituir a análise dos riscos, custos e adequação à tua estratégia.

 

No Carregosa NextGen, tens acesso aos principais mercados e instrumentos financeiros através da plataforma GoBulling, com informação e ferramentas que te permitem analisar as oportunidades de investimento de forma mais estruturada.

 

O Banco Carregosa é uma instituição com mais de 190 anos, regulada pelo Banco de Portugal (sob o n.º 0235) e pela CMVM (sob o n.º 0169), e o mais antigo parceiro internacional do Saxo Bank, com mais de 20 anos em negociação eletrónica internacional.

 

Contacta-nos e descobre como investir de forma mais informada, consciente e alinhada com os teus objetivos e perfil de risco.

 


 

Finfluencers: Perguntas Frequentes

 

De seguida, damos resposta a algumas das dúvidas mais comuns sobre finfluencers.

 

 

1. É seguro seguir finfluencers?

 

Seguir conteúdos de finfluencers pode ser útil para aprender conceitos financeiros ou descobrir temas que queiras pesquisar. No entanto, a informação deve ser analisada criticamente, uma vez que nem todos os criadores têm formação financeira ou estão sujeitos ao mesmo nível de supervisão que profissionais e entidades autorizadas.

 

 

2. Os finfluencers são regulados?

 

Não existe uma regra geral segundo a qual todos os finfluencers estejam sujeitos a supervisão financeira. Contudo, determinadas publicações nas redes sociais podem constituir recomendações de investimento e estar abrangidas pelas regras europeias aplicáveis, nomeadamente no âmbito do Market Abuse Regulation. Nesses casos, existem requisitos relacionados com a identificação do autor, objetividade da informação e divulgação de conflitos de interesse.

 

 

3. O que devo fazer antes de seguir uma recomendação de investimento?

 

Começa por verificar quem faz a recomendação, quais as fontes utilizadas e se existem conflitos de interesse. Depois, confirma a informação em fontes oficiais, analisa os riscos e custos do investimento e avalia se este se enquadra na tua carteira e nos teus objetivos.

 

 

4. Um finfluencer pode ser responsabilizado pelo que publica?

 

Pode. Determinadas publicações constituem recomendações de investimento e estão sujeitas a regras europeias, com requisitos de identificação do autor, objetividade e divulgação de conflitos de interesse. Segundo a CMVM, um aviso de que "não é aconselhamento financeiro” não afasta, por si só, a aplicação dessas regras, e o incumprimento pode dar origem a sanções.

 

 

5. Como verifico se uma plataforma de investimento está autorizada?

 

Consulta as listas de entidades autorizadas publicadas pela CMVM e pelo Banco de Portugal, bem como os alertas sobre entidades não autorizadas. Se a plataforma não constar dessas listas, ou se prometer rendimentos elevados e garantidos, desconfia e não invistas.

 


 

Aviso Legal: Este artigo foi preparado pelo Banco Carregosa com fins meramente informativos e educativos, não constituindo, em circunstância alguma, uma proposta de investimento, recomendação de compra ou aconselhamento financeiro personalizado. O investimento em instrumentos financeiros envolve riscos, incluindo a possibilidade de perda do capital investido. A rentabilidade histórica não é garantia de rentabilidade futura. Recomendamos que consulte um gestor de conta ou consultor financeiro antes de tomar qualquer decisão de investimento, para garantir que a mesma se adequa ao seu perfil de risco e objetivos financeiros.

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