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11 setembro 2026
12h57
Fonte:
Jornal de Negócios
11 Setembro. Seguro realça vínculo transatlântico contra novas ameaças
Numa nota publicada na página oficial da Presidência da República, António José Seguro assinala os 25 anos "sobre os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, que ceifaram milhares de vidas, incluindo as de nove portugueses e lusodescendentes mortos nos atentados".O Presidente da República recorda depois "a marca que esse dia deixou na história contemporânea" e transmite "uma palavra de solidariedade e respeito a todos os que foram atingidos por aquela tragédia"."O 11 de setembro recorda-nos que o terrorismo constitui uma ameaça à paz, à segurança e aos valores fundamentais que sustentam as sociedades livres. Recorda-nos também a importância de uma resposta internacional assente na cooperação, no Direito e no respeito pela dignidade humana", salienta o chefe de Estado.Para o Presidente da República, "esta data tem, igualmente, um significado particular para a comunidade transatlântica"."Há 25 anos, a Europa sentiu que aquilo que acontecera nos Estados Unidos dizia também respeito ao nosso continente e aos valores partilhados: a liberdade, a democracia e o Estado de direito. Hoje, num mundo marcado por novas ameaças e profundas incertezas, o vínculo transatlântico mantém a sua importância e recordar o 11 de Setembro é rejeitar o terrorismo e reafirmar que a liberdade, a democracia, a paz e a cooperação entre os povos devem continuar a unir as democracias", acrescenta o chefe de Estado.Em 11 de setembro de 2001, dois aviões sequestrados por terroristas da Al-Qaida atingiram as Torres Gémeas do World Trade Center, em Nova Iorque, provocando o colapso dos edifícios duas horas após o impacto, enquanto um terceiro aparelho atingiu o Pentágono nos arredores de Washington.Um quarto avião, que se acredita que tinha como alvo o Capitólio (sede do Congresso) ou a Casa Branca (presidência dos Estados Unidos), despenhou-se perto de Shanksville, na Pensilvânia, depois de passageiros e membros da tripulação terem tentado recuperar o controlo da aeronave.A par das vítimas mortais registadas naquele dia, estima-se que mais de 9.400 pessoas morreram devido a doenças ligadas à exposição dos efeitos dos ataques.